Fraudemia no Brasil: arbitrariedades, alienação e o fim da classe média

Por Patrícia Castro

(Amanda Perobelli/Reuters)

O cidadão que teve sua mente sequestrada pela ideologia revolucionária pensa e age de forma tão torpe que, dificilmente, uma pessoa comum consegue compreender seus pensamentos, ações e razões que o levaram a chegar nesse estágio de desumanização.

Nos dias atuais, basta ligar o smartphone ou a TV para nos depararmos com todo tipo de notícias bizarras divulgadas por pessoas que até pouco tempo pareciam normais, com sentimentos e pensamentos coerentes com uma vida civilizada.

Desde que o pecado entrou no mundo, a terra nunca mais foi um paraíso, mas o que estamos assistindo hoje é bárbaro:

  • governadores e prefeitos proibindo as pessoas de trabalharem e levarem seu sustento para casa;
  • o povo passando fome e prefeito de Curitiba, Rafael Greca, proibindo os moradores de ajudarem os necessitados;
  • o mesmo prefeito ostentando seu café da manhã gourmet nas redes sociais;
  • policial batendo em mulher de biquíni na praia e apreendendo mercadoria de ambulante;
  • policial fuzilado por defender trabalhador;
  • partidos políticos de esquerda entrando na Justiça para impedir que as pessoas sejam tratadas contra a doença;
  • ministros do STF prendendo inocentes e soltando bandidos;
  • UTIs escondidas em tempo de escassez de leitos;
  • síndico de prédio proibindo visitantes de entrar na casa dos moradores;
  • promotores entrando na área da medicina;
  • médicos com medo da Justiça deixando pacientes morrerem sem tratamento;
  • homem fugindo de UTI para não ser intubado e enfermeiros correndo atrás dele pela rua;
  • comerciantes trabalhando às escondidas;
  • traficantes circulando livremente e sem máscara;
  • liberdade nas favelas e escravidão fora dela;
  • pessoas sendo contaminadas após a vacina;
  • vírus ficando mais agressivo após a chegada da vacina e o povo pedindo mais vacina.

A lista de barbaridades cresce tanto que já se tornou impossível catalogar todas elas, e isso é apenas uma amostra do que está por vir. O mundo está sendo preparado para o “Great Reset”, um novo contrato social que não contemplará a classe média. Sem produção, a classe média é empurrada à pobreza, e os mais pobres, à morte. Na Venezuela esse processo já aconteceu e os argentinos estão passando por ele agora. No Brasil, por ser um país maior e mais rico e por ter um presidente conservador, as coisas se dão de forma mais lenta, mas não tão lenta assim, basta dar uma olhada para os fatos que eu mencionei acima e como todo o mal está se levantando contra o presidente honesto.

Nunca experimentamos o que está acontecendo agora. Nossa geração não aprendeu a lutar pela liberdade e não entendeu para que serve o conhecimento. O brasileiro, desde a infância, estuda para tirar notas boas e para conquistar um diploma, nunca para buscar sabedoria. Ironicamente, esses diplomas têm cada vez menos valor por representarem mais um atestado de doutrinação ideológica de esquerda do que capacitação intelectual e/ou profissional. Estamos pagando um preço alto pela nossa mentalidade fútil, que acha que ganhar dinheiro para ostentar casas, carros e mulheres é ser bem-sucedido.

O brasileiro perde a vida em busca dos prazeres da terra e isso inclui até mesmo os cristãos que não estão dispostos a investir  tempo em leituras que o ajudarão  a compreender a realidade que os cerca. Sem interesse em conhecer a verdade o povo perece (Oséias 4,6), e perece porque tem sua mente sequestrada por revolucionários que invertem completamente a realidade. É por isso que vemos o mesmo povo que debocha do tratamento precoce, que já salvou milhares, talvez milhões de pessoas no mundo, exigindo vacina produzida a toque de caixa, sem comprovação de eficácia e segurança, e que os próprios fabricantes não se responsabilizem pelos seus efeitos colaterais. E tem mais: uma dessas vacinas altera o DNA, só foi testada em animais e eles morreram; a outra veio do país que disseminou o vírus, sendo que nem ele próprio a usou com seus habitantes e, ironicamente, é o país que mais está lucrando com a fraudemia.

Isso tem lógica? Claro que não. Mas o que é a lógica senão a compreensão da realidade que vê o homem em seu sentido completo: espírito, alma e corpo? Quando o homem se esquece que é espírito, ele abandona tudo que é transcendente, ele vira um ser tão vil que é capaz de se transformar no mais selvagem dos demônios e trabalhar para o própria destruição. É hora de nos voltarmos para Deus e buscar a verdade, pois um tempo sombrio se aproxima e quem não tiver firmado na Verdade sofrerá eternamente. Como previa Chesterton, chegou o dia de provarmos que a grama é verde.

 

Patrícia Castro é esposa, mãe, e jornalista.

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