Foto: Protesto de comerciantes realizado em Brasília no dia 28 de fevereiro, em frente à casa do governador do DF, Ibaneis Rocha.
Nesta quinta-feira, 18, num grupo de profissionais da comunicação (jornalistas, publicitários) WhatsApp, uma postagem informativa dos médicos que fazem tratamento precoce em Goiânia suscitou a ira dos esquerdistas que ameaçavam até denunciar os profissionais que prescrevem os medicamentos, que têm demonstrado ser a opção mais segura de tratamento. Ano passado, uma situação bizarra: o secretário de Saúde de São Paulo, médico infectologista David Uip, teve corona e foi curado com o tratamento precoce que ele negou ter usado e nega à população. Desmentido pelo farmacêutico que divulgou a receita médica, prescrita por ele mesmo, o infectologista processou o farmacêutico e ganhou a ação. O farmacêutico terá que pagar R$ 11 mil para um fundo estadual.
Durante muitos anos a esquerda dominou o discurso político no Brasil. Acuados pelos militares, os comunistas largaram as armas e adotaram a estratégia gramsciana de ocupação dos espaços para mudar o pensamento brasileiro. Influenciados por uma visão de mundo positivista e tecnocrática, os militares não se deram conta ou não se importaram de que o espaço cultural fosse ocupado pelos comunistas, que não encontraram nenhuma resistência na ocupação de escolas, mídias e universidades. E foi justamente nesses lugares que conseguiram disseminar o pensamento revolucionário esquerdista; logicamente, sem jamais dizer que estavam empenhados em subverter os valores familiares e destruir a moral cristã.
Para entender como a moral foi invertida, a ponto de bandidos perigosos serem soltos e trabalhadores presos, é preciso ter em mente que durante o Regime Militar a direita foi silenciada e a esquerda era a única voz nos jornais, nas mídias, entre os professores e alunos de escolas e faculdades. O conservadorismo foi rechaçado e poucos corajosos admitiam compartilhar deste pensamento, pois isso significaria sua exclusão da roda dos “intelectuais”. A hegemonia esquerdista foi quebrada em 1996, quando o professor e filósofo Olavo de Carvalho publicou três grandes obras: ‘A Nova Era e a Revolução Cultural’, ‘O Jardim das Aflições’ e o campeão de vendas, ‘O Imbecil Coletivo’, livro que esgotou em três dias, no qual o professor Olavo, com maestria e humor, desnuda a elite intelectual brasileira e prova que ela era uma grande farsa.
Com a chegada das mídias sociais as ideias do professor Olavo de Carvalho foram ganhando cada vez mais espaço, até culminar no impeachment de Dilma Rousseff e na eleição do primeiro presidente conservador da história do Brasil, Jair Messias Bolsonaro. Mas aquilo que foi construído durante décadas não se desfaz de imediato: essa elite farsante formou os homens de baixa moral ou moral invertida que hoje aparelharam o Estado brasileiro. São políticos, promotores, procuradores, juízes, fiscais, médicos, professores e jornalistas que absorveram ideias estúpidas de esquerda que atualmente ocupam os cargos por meio dos quais exercem o poder contra a mesma sociedade que paga os tributos e sustenta as escolas e universidades onde se formaram.
Compartilhe informações sobre o tratamento precoce, que está salvando vidas, e aguarde os esquerdistas, que em tudo repetem a mídia que eles mesmos chamam de “capitalista” e “opressora”, entrarem em surto e te acusarem de divulgar fake news, pois a “ciência não comprovou a eficácia dos medicamentos”.
Não adianta dizer que há milhares de médicos curando seus pacientes sem precisar de internação, que eu, minha família e amigos próximos também somos testemunhas de que os remédios funcionam. É perda de tempo, ainda, dizer que a vacina não tem segurança e nem eficácia comprovada, tanto que os próprios fabricantes não se responsabilizam pelos efeitos colaterais. Falar que lockdown é genocídio, pois sem trabalho as pessoas vão morrer de fome, também não sensibiliza aqueles corações, que tão logo alguém morre de Covid-19, são os primeiros a demonstrar pesar, nitidamente uma falsa sinalização de virtude.
Uma sociedade que solta bandidos e penaliza trabalhadores, que diz uma coisa e faz outra, que mente e até se esquece que mentiu, está caminhando para a extinção. Estamos vivendo numa época em que uma geração de psicopatas ganhou poder para dominar as pessoas comuns e calar os sensatos que, curiosamente, não se levantam contra isso. É preciso muito esforço psicológico para manter a sanidade mental e espiritual, quando estamos sendo bombardeados, o tempo todo, por informações bizarras de pessoas que se persuadiram da mentira. É preciso sair das sombras e procurar a luz que dissipa as trevas. É tempo de buscar e se posicionar pela verdade, sempre.
Patrícia Castro é esposa, mãe, e jornalista.
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