Covid-19: O caso de Goiânia e os inimigos piores do que o vírus

Por Patrícia Castro

A audiência pública realizada ontem (22) na Câmara Municipal de Goiânia a favor do tratamento precoce para o Covid-19 trouxe-nos uma esperança de que finalmente chegaria a solução para esvaziar os leitos e evitar mortes. Os políticos e jornalistas abusam da expressão: “salvar vidas”, sem levar em consideração que salvar vidas é melhorar o sistema imunológico, investir em prevenção e tratar aqueles que adoecem.

Desde o início da “pandemia”, os médicos que não politizaram a doença e trataram seus pacientes com o coquetel de medicamentos Hidroxicloriquina/Azitromicina/Ivermectina/ Zinco/Vitamina D   testemunharam a eficácia e segurança dessas drogas. A Associação Médica e o Sindicato dos Médicos do Rio Grande Norte e outros milhares de médicos se posicionaram em favor desse tratamento que, por incrível que pareça, ainda está sendo negado à população pela maior parte dos governadores e prefeitos e desacreditado pela grande mídia.

Cidades menores que adotaram o protocolo estão zerando as internações, enquanto as grandes cidades estão com os hospitais lotados. Parece até uma conspiração da imprensa com os políticos: jornalistas vão para as ruas gravar imagens de pessoas sem máscara e aglomeradas, mostram os hospitais lotados e cobram medidas restritivas dos políticos, que respondem com decretos estúpidos que restringem nossa liberdade e fazem aumentar o número de casos.

Já está comprovado que lockdown além de não ser eficiente, aumenta o  número de mortes. Não precisa ser muito inteligente pra saber que quanto menos tempo o comércio fica aberto, maior será a concentração de pessoas. A esperança de ver menos mortes se esvai quando acordamos com um decreto da Prefeitura de Goiânia que prejudica o comércio, destrói empregos e diminui a renda das pessoas. Temos um inimigo gigante a enfrentar e por pior que possa parecer não é o coronavírus: são os políticos que se apossaram do poder e estão nos empobrecendo para depois nos vender para os chineses. Estes sim, estão lucrando e muito com toda essa patifaria.

Ao prefeito de Goiânia, que se declara cristão, eu quero deixar um recado: “o senhor não era conhecido e foi colocado nessa posição em decorrência da morte do Maguito Vilela. Isso te dá uma responsabilidade ainda maior. Não foi o povo que te escolheu. Foi Deus quem te colocou neste cargo. Se o senhor não adotar esse tratamento precoce e continuar fazendo a vontade dos chineses, trancando o comércio, o senhor também será considerado um genocida. Cristão não deixa de ser cristão quando assume cargo público. Se os satanistas não temem nos impor regras estúpidas, seja forte e corajoso para fazer o que é certo, mesmo quando isso contraria os demônios”.

 

Patrícia Castro é esposa, mãe, e jornalista.

 

 

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