Covid-19 e modelagem comportamental: Os melhores escravos são os voluntários
Por Patrícia Castro
“Não vamos entrar nesse elevador porque elas estão sem máscara”, foi a frase que eu e a minha filha ouvimos ontem de uma vizinha do meu prédio quando chegávamos em casa, com a porta do elevador já encerrando, o que me impossibilitou de lhe dar uma resposta. Ela estava com medo? Não, não estava. Ela é jovem e saudável e eu mesma já a flagrei algumas vezes sem máscara pelo condomínio, inclusive no elevador. Falsa demonstração de virtude.
Ela não tem medo, mas veste a capa da hipocrisia porque está lucrando com o aumento de pessoas na UTI que o esposo, médico, administra. Eu queria muito ter respondido a ela que é impressionante que eu ainda esteja viva nesse um ano e meio me esquivando de cumprir protocolos estúpidos. Já contraí o vírus há mais de um ano e me recuperei em menos de uma semana com aquele tratamento que ela finge desconhecer para que o marido continue lucrando com mais pacientes na UTI.
Um ano depois de ter passado ilesa pelo Covid, meu pai, 78 anos, que morava no interior, há 200 km distantes de mim, resolveu tomar a vacina da gripe comum e ficou muito doente. Homem forte e saudável que sempre foi achou que venceria a gripe sozinho e calado. Só pediu socorro uma semana depois, quando já não conseguia respirar direito e não tinha forças nem para comer. Mesmo tendo o Kit Covid (ivermectina/hidroxicloriquina/azitromicina) em casa, não imaginou que era a peste chinesa que lhe deixara tão debilitado.
Trouxemos meu pai para Goiânia e recorri à ajuda de uma amiga médica para tratá-lo em casa, pois eu estava certa de que, se o levasse para o hospital, engrossaria a estatística dos mortos por Covid-19 para alegria dos coveiros de plantão que ocupam as redações dos jornais e emissoras de TV. Reconheço que fui bastante fria para tomar essa decisão. Minha irmã caçula, apavorada, queria que eu o levasse ao hospital, acreditando que lá ele receberia um tratamento melhor do que na minha casa. Obviamente ela estava enganada: hoje estou certa de que se eu não tivesse capacidade de enxergar a realidade dos fatos que estão acontecendo ao me redor, meu pai estaria morto. Agradeço à minha amiga e a um outro amigo dela que curou meu pai com o kit colchicina/clexane/budesonida inalatória/prednisona/vitamina D/zinco e o VNI ventilador. Saiu da morte para vida em uma semana e nem me cobraram pelo trabalho, o que prova que ainda existem anjos nesse planeta.
Meu pai não recebeu o tratamento precoce, mas também não deu lucro para tipos mercenários como o marido médico da minha vizinha, o que só não me dá maior satisfação, porque, infelizmente, não é a situação da maioria e eu tenho um coração muito sensível, de modo que eu sofro bastante com a dor do outro. Nem consigo explicar como sinto tanta compaixão pelo próximo, não conto isso para me engrandecer, pode até ser que minha motivação seja egoísta, pois eu tenho dois filhos e eu não gostaria de entregar a eles um mundo todo destruído, de pessoas enfermas, com problemas mentais gerados pela cultura do pânico, sequeladas, estéreis e/ou robotizadas, tudo provocado por experimentos sócio-comportamentais e genéticos aplicados sobre as massas manipuladas pela grande mídia; enfim, gostaria de entregar a eles um país melhor que do que eu encontrei quando cheguei a este mundo.
Ao analisar o comportamento histérico e fingido da minha vizinha e de outras que já se comportaram de maneira semelhante, meu coração se enche de angústia porque percebo que o mundo piorou e que a situação parece irreversível.
Existe também um altar esquerdista na maior parte das igrejas que impossibilita que os cristãos enxerguem a realidade. Com uma moral rebaixada, seu vizinho cristão também não hesitará em te entregar aos soldados da Nova Ordem Mundial caso você não cumpra algum decreto estatal ridículo. Seu irmão ou vizinho tirano que agora te exige máscara, mais tarde te exigirá a vacina, e amanhã denunciará quem ousar resistir por um mínimo de liberdade possível.
Eles já são escravos, os melhores escravos, porque o são voluntariamente. E não vão aceitar que você exiba uma vida livre na cara deles.
Assim como Moisés, Davi e Daniel, vamos olhar para o alto e pedir a Deus que venha em nosso socorro, mas não vamos recuar ante o caos. Não podemos entregar nossos pescoços de bandeja nos rendendo a inimigos tão mesquinhos. Precisamos ser fortes e corajosos para não nos afastarmos daquilo que acreditamos.
Não arrede o pé do bem e da verdade, parta para o ataque também. Não permita que seu silêncio, ante o mal, sirva como combustível que alimenta os tiranos e suas marionetes.
Patrícia Castro é esposa, mãe, e jornalista.
Telegram: t.me/apatriciacastro
Instagram: @acastropatricia
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