Tabata Amaral: serviçal do globalismo, queridinha da Big Tech

Editoria MSM

No Twitter, entre os destaques nessa sexta-feira (12) estava a chamada do Yahoo Brasil: “Dois anos depois, quem é e o que quer Tabata Amaral”. Para início de conversa, é bom avisar que a criatura já integra os quadro de membros do Diálogo Interamericano, think-tank globalista que mira as três Américas e apresenta, na sua lista de integrantes, seres da fauna esquerdista como Jimmy Carter, Marina Silva, o über-gramsciano Fernando Henrique Cardoso e Juan Manuel Santos, amiguinho das FARC. Mas é claro que não se fala disso na matéria.

Portanto, não é de se estranhar a benevolência servil da repórter Anita Efraim, do Yahoo News, nem a presteza do Twitter em dar amplo destaque à entrevista, que mais se parece com informe publicitário pago, ao melhor estilo jabaculê político. Nem assessoria de imprensa consegue ser tão puxa-saco. Lembra até aquelas matérias com socialites ególatras na revista Caras.

Todas as mentiras da agenda esquerdista/globalista a serem impostas sobre a massa estão na pauta do Diálogo Interamericano, e portanto, na servil boca de Tabata Amaral, já de olho nas próximas eleições. E é por isso, e somente por isso, que ela desfruta tão confortavelmente do palanque político da Big Tech via Yahoo e Twitter.

Espalhar conversa de que “não quer rótulos”, “não gosto de dividir o mundo em esquerda e direita”, e que “por mil e uma razões”, não se candidatará pelo “PDT, de Ciro Gomes” nas próximas eleições, é um dos objetivos centrais de Tabata nessa jogada. Todo mundo sabe que a esquerda política está desgastada no nível eleitoral, e repleta de lideranças afundadas em crimes e conexões pra lá de espúrias. Um novo entendimento sobre o que realmente é o conservadorismo também já circula livremente no país. Simular “centrismo” evoca o “equilíbrio” e massageia o ego de um amplo contingente de narcisistas imbecis que se veem “acima das polarizações”. A esquerda globalista, no presente cenário, jamais deixaria de recorrer a tal embuste. E ainda continuará a enrolar boa parte da massa estudantil, já bem enjaulada, no nível cognitivo, a algumas de suas agendas: aborto, liberação das drogas, desarmamento, políticas públicas socialistóides, gayzismo, afronazismo, etc. Pode apostar que nenhum recrutinha da Antifa será mal visto pelos pares se disser que apoia Tabata Amaral.

Ao longo da entrevista, Tabata não deixa de dar a clássica cartada da vítima. “Recebeu ameaças de expulsão” do PDT. “Não há espaço para construir em um lugar como esse, em que a discordância não é tolerada quando ela vem de uma mulher jovem”, disse a feministóide.

O já manjado “nasci pobre”, de Lula, Marina, e outros delinquentes políticos e intelectuais que tanto contribuíram para ferrar o Brasil, Tábata também trouxe à mesa: “Vim da periferia”. Esquerdista tentando posar de neutro ou de neo-centrista sempre acaba mordendo a língua. Mas falar que circula feliz entre a fina flor da elite globalista, contando com a simpatia subserviente do jornalismo mainstream e da Big Tech, nada!

Tudo na matéria soa ensaiado, mecânico, programado em laboratório, ao nível zero de espontaneidade e sinceridade. Seguem-se frases de efeito lapidadas demais para soarem autênticas, mas que caem bem ao gosto das inteligências já danificadas pelo politicamente correto e pelo noticiário das grandes redes, reduzido hoje à mera ferramenta de controle sócio-comportamental. Não há dúvida que o que se tem ali não é a Tabata como ela gostaria de ser, mas é a imagem da Tabata que a essa altura do campeonato ela precisa projetar ante o público, afinal, está jogando no time do globalismo chique, e seus mentores no Diálogo Interamericano precisam exatamente de figuras como ela para turvar a visão do povo quanto ao real quadro de forças no jogo político, bem como bagunçar o tabuleiro ideológico e das visões de mundo que pretendem se fazer representar nas disputas políticas e no cenário cultural.

Tabata Amaral é apenas uma versão crescida e tapuia de Greta Thunberg. Jogo de cena publicitário e eleitoral de máfias geopolíticas que querem dominar o Brasil, e que vêem na jovem deputada mais uma obediente operadora local que, obtendo mais prestígio ante a massa de manipulados, sobretudo os estudantes, poderá fazê-los avançar em suas agendas. Tabata não está sozinha, não é a primeira, e não será a última, num grupo em que todos contam com uma ampla e endinheirada rede global de apoio para sabotar o Estado de Direito, a liberdade de expressão, a soberania nacional, a igualdade de todos perante a lei e o protagonismo político de quem realmente quer fazer valer no debate público os valores cristãos e universais da ampla maioria da população brasileira.

“Dois anos depois, quem é o que quer Tabata Amaral?” Essa é de fazer rir. O próprio histórico da mocinha no Congresso pouco ajuda a disfarçar as intenções dessas elites. E há tempos elas têm mostrado a que vieram.

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